Incesto legendado madrasta peituda deitada pelada esperando o enteado acordar e se aproximar
Incesto legendado madrasta peituda deitada pelada esperando o enteado. Ela acabou pegando no sono na cama dele depois de um dia cansativo, corpo todo à mostra e seios pesados subindo e descendo a cada respiração. Quando acordou, sentiu algo quente deslizando devagar entre as nádegas e percebeu que era ele roçando o pau ali, bem devagarinho. No começo ela murmurou que aquilo era errado, mas a voz saiu rouca e sem força. Em vez de afastá-lo, abriu um pouco mais as pernas, deixando ele continuar. Logo em seguida sentiu a cabeça grossa empurrando devagar para dentro da buceta molhada e não conseguiu segurar o gemido baixo que escapou. O enteado meteu fundo, sem pressa, segurando seus quadris enquanto ela apertava o travesseiro e repetia baixinho que não devia, mas não pedia para parar. Quanto mais ele entrava e saía, mais molhada ela ficava, os peitos balançando a cada estocada forte. Quando ele avisou que ia gozar, ela virou o rosto, abriu a boca e recebeu tudo, engolindo o que conseguia enquanto o resto escorria pelo queixo.
Como o incesto ganha ritmo e intensidade
Depois do primeiro susto, ela parou de fingir resistência e começou a empinar o quadril para trás, pedindo mais fundo. O enteado agarrou os seios fartos, apertando enquanto metia com força, fazendo a cama ranger. Cada vez que ele batia no fundo ela soltava um gemido mais alto, corpo todo arrepiado de tesão. Ele alternava o ritmo devagar com estocadas rápidas, segurando o gozo para prolongar o prazer dela. Quando finalmente gozou, ela virou a cabeça de novo, língua para fora, engolindo até a última gota e lambendo o que restava nos lábios. Ficaram ali, ofegantes, corpos colados, até ele começar a ficar duro outra vez dentro dela.

